sexta-feira, 20 de maio de 2022
As 7 habilidades do RP de Eventos
sexta-feira, 6 de maio de 2022
Relações Públicas e os Eventos
Eu acredito que as Relações Públicas está para os eventos, assim como os eventos estão para as relações públicas. É uma via de mão dupla, porque quem entra na faculdade de RP em muitos casos é para trabalhar com eventos. Pois é algo mais concreto, sejam os corporativos internos ou trabalhar em uma agência.
Existem no mercado, grandes produtores de eventos, que são formados nas mais diversas áreas. A diferença é que eles não tiveram em sua base curricular matérias de organização e produção de eventos. Já para os formado em Relações Públicas essa é a base! Porque, quase tudo que precisa de organização é um evento: desde uma festinha na firma até uma inauguração de uma grande indústria ou em solenidade com várias autoridades.
Quando entrei na faculdade, meu foco foi na área de eventos. Pois trabalhava em uma siderúrgica no Litoral de São Paulo, que tinha o setor de comunicação bem atuante. O primeiro evento em que atuei ainda estudando, foi como voluntário: trabalhei como auxiliar no aniversário da empresa, carregando caixas de brindes e ficando nos bastidores. Foi a melhor aula na prática, pois pude aprender e compartilhar com pessoas que já estavam no mercado de trabalho há mais de 30 anos.
Com o passar dos anos, já formado, fui trabalhar em uma agência onde era responsável pelo departamento de eventos e por mais de 10 anos, organizei e produzi para os mais diversos mercados, desde um café para empresários a uma convenção com mais de 15mil participantes.
Mas, independente disso, vocês sabem o que mais falta? É falarmos: Sou RELAÇÕES PÚBLICAS e ter orgulho! Porque nem todos tem a obrigação de saber o que somos ou o que fazemos. E como sempre diz o Guilherme Alf, “Todo precisa de um RP....”
Vale a pena lembrar um detalhe: Amigos relações-públicas recém formados que pensam que trabalhar com eventos é só glamour e que vai viver como estivesse em um desfile do São Paulo Fashion Week ou nos shows do Rock in Rio, que é um ledo engano, vai ter que carregar muitas caixas e ralar muito para isso. E, para os simples mortais que pensam que é só chegar e já vai estar tudo pronto, não estará, sem um profissional. Pois há várias etapas a serem cumpridas e realizadas, desde a primeira reunião de briefing até a entrega final do evento e tomar a champanhe, não esquecendo de mencionar que seremos os primeiros a chegar e os últimos a sair do evento.
Para finalizarmos essa reflexão, precisamos muito além do curso de RELAÇÕES PÚBLICAS, é continuar e estudar, pois o mercado de eventos é vasto e acredito que quem está mais capacitado para atuar no setor é um profissional de relações-públicas. Procure sempre estar antenado. Principalmente neste momento pós-pandêmico, onde o mercado está abrindo oportunidades tanto para os eventos presenciais quantos os digitais, e se você além de RP estiver atento, poderá se expandir profissionalmente neste segmento digital.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
A monarquia britânica - The Crown
Amigos um pequeno spoiler da série da Netflix #thecrown no quarto episódio da terceira temporada o príncipe Philipe ( Duque de Edimburgo ) cria junto com sua filha e toda a família real um documentário ( uma ação de Relações Públicas) sobre a vida cotidiana da família real, porém a estratégia não foi bem aceita e o Jornal The Guardian fez um artigo falando muito mal do documentário e em uma solução a assessoria do palácio pede uma entrevista do jornalista do artigo
com a princesa Anne, mas algo que acontece durante o episódio é a vinda da mãe do príncipe Philipe, e em tacada realmente de mestre ou de relações públicas e quem dá a entrevista é a princesa Alice ( mãe do Duque de Edimburgo) e a matéria é um elogio e uma referência a monarquia britânica e a pessoa maravilhosa que é a princesa.
É preciso que o profissional ou as ações de RP sejam muito bem avaliadas e também olhar todas as possibilidades, que estão por vir e esse caso em específico acabou dando certo, mas os estudos e o trabalho precisa do olhar mais profundo e estratégico do profissional, para não haver erros
# #relaçõespúblicas #cerimonial #relacoespublicas #cerimonialeprotocolo #cerimonialista #rpconectavc
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
..:: O Filme Dilema das Redes ::..

Este artigo escrito pela jornalista fabiana é baseado no filme em cartaz da Netflix - O Dilema das Redes
O Filme nos mostra como os magos da tecnologia possuem o controle sobre a maneira em que pensamos, agimos e vivemos. Frequentadores do Vale do Silício revelam como as plataformas de mídias sociais estão reprogramando a sociedade e sua forma de enxergar a vida
Assim, peguei a mudança de comportamento social com o surgimento da internet de uso doméstico. Vi o surgimento dos sites, dos emails e das primeiras ferramentas de mensagens instantâneas sendo popularizados.
No jornalismo a gente já tinha essa dimensão
de impacto e os danos que poderiam causar, óbvio que não com a grandiosidade e
proporção que tomaram. Até porque não tinha como imaginar essa revolução
tecnológica há 20 anos, mas se temia naquela época o que aconteceu hoje.
As máquinas não agem sozinhas, por mais tecnologia e inteligência artificial
que possuam, são programáveis.
Os humanos são responsáveis, pela criação, administração, benefícios e danos
causados. Assim como os mesmos são responsáveis pelo uso adequado e
discernimento do bem e do mal.
Sabe qual é o problema? Hoje se tem preguiça de pensar. É mais fácil receber
notícia pronta, aceitar teorias e copiar. Por isso vivemos nessa massificação
em série. Todos se vestem igual, falam igual, agem igual e quem
está no poder, sabendo disso, se
prevalece das tecnologias pra oferecer aquilo que a massa quer ouvir. Mas com
resultados 100% voltados aos seus interesses.
Na outra ponta, mesmo sabendo no íntimo que aquilo não deve ser real, que não
está correto, existe um senso coletivo de acomodação.
A imprensa também tem culpa, não é isenta, se vende conforme o capitalismo.
Existe um emburrecimento mundial.
Aqui, o efeito é ainda mais devastador, afunda ainda mais no negacionismo
uma população totalmente despreparada porque já nasceu sem incentivo a
criticidade que só se conquista através da educação e na política.
O perigo nas redes sociais só serão debatidos nas camadas dos estudiosos, não
chegará na favela, porque sequer tem acesso a uma educação que o faça entender
o que é ser manipulado e que as escolhas que ele "acha que está
fazendo" sequer são deles, mas dos algoritmos programados para que ele aja
de modo controlado.
As coisas só mudarão se houver uma
revolução dentro da TI, do contrário só aumentará ainda mais o abismo